LERRÁ IMÓVEIS

Imóveis: Os 10% de Custo na Compra e Venda que Você Não Pode Ignorar

Comprar ou Alugar? A Matemática por trás da troca de imóveis

A decisão de comprar uma casa ou apartamento é uma das mais importantes na vida de muitas pessoas. No entanto, é comum que a análise se concentre apenas no valor do imóvel e nas parcelas do financiamento. O que muitas vezes é deixado de lado são os custos de transação, aqueles gastos que tornam a operação muito mais cara do que parece.


Conforme ressaltado por Tiago Reis, da Suno Investimentos, em um de seus comentários, o Brasil tem um custo transacional "muito alto" na compra e venda de imóveis. Ele exemplifica com a própria experiência: "Morei solteiro, depois me casei. As necessidades... daqui a pouco vou ter filhos. Sair e comprar e vender imóvel no Brasil, tem um custo transacional muito alto".

Isso acontece porque a cada nova transação, uma série de despesas são adicionadas ao preço do imóvel. Como Rafael Cunha, eu afirmo que esse custo chega a, no mínimo, 10% do valor do bem. Essa porcentagem é composta por:

  • 4% em impostos e documentos: São os custos de cartório, ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis) e outras taxas.
  • 6% em corretagem: A comissão paga ao corretor de imóveis pela intermediação da venda.


Com um custo tão significativo, a frequência de compra e venda de imóveis pode rapidamente consumir o seu patrimônio. Como sugere Tiago Reis, as pessoas deveriam "botar isso na conta" ao planejar uma aquisição. O imóvel que você está comprando será a sua moradia para o resto da vida, ou você planeja se mudar em apenas três ou quatro anos?


A verdade é que as necessidades de moradia mudam ao longo da vida, seja por um casamento, o nascimento de filhos ou uma nova oportunidade de emprego. Por isso, a compra e venda de um imóvel deve ser muito bem calculada para não resultar em prejuízo. Um bom planejamento pode fazer toda a diferença para o seu bolso.

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